What’s a top model? (Christy Turlington + Vogue Italy)


Recentemente eu estava me perguntando: o que define uma top/super model? Quando acaba o status de modelo internacional e quando começa o status de top? Digo, hoje em dia, qualquer modelo se adorna top a partir do momento que trabalha para várias agências e em vários países. Mas não concordo com isso. Ou se for isso a definição de top, então temos que achar um meio termo entre top e über model (titulo até hoje somente conquistado pela Gisele Bündchen). Por que minha discordância e por que focar nessa semiótica em particular? Simplesmente porque cresci na época das primeiras top models, aquelas que marcaram para sempre a profissão delas, aquelas que eram conhecidas de todos, qualquer que seja a faixa etária, aquelas que até hoje, 20 anos depois, continuam sendo requisitadas pelas maiores Maisons porque elas são apostas seguras, aquelas que se destacaram não só como rostinhos mas como entidades fortes e deram os seus títulos de nobreza à sua profissão, aquelas que tinham tanto poder que podiam ditar com quais fotógrafos, cabeleireiros e maquiadores aceitavam ou não trabalhar, aquelas que dominavam as passarelas, revistas, campanhas publicitárias de tal forma que todo mundo as conhecia.
Desde criança eu sabia quem era Linda Evangelista, Christy Turlington, Naomi Campbell, Carla Bruni, Elle Macpherson, Cindy Crawford, Claudia Schiffer, Eva Herzigova, Helena Christensen, Stephanie Seymour… e minha mãe ou meu pai também! É nisso que reside o segredo do apelido top/super models, nessa faculdade de atingir e dominar o mainstream, coisas que a maioria das meninas que se auto-proclamam top models hoje não conseguiram e provavelmente nunca conseguirão.

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Récemment, je me demandais ce qui définit un top/super model? Quand prend fin le statut de mannequin international et quand commence celui de top? Je veux dire, de nos jours, n’importe quel mannequin s’adoube top à partir du moment qu’elle travaille pour diverses agences en divers pays. Mais je suis en désaccord avec ça. Ou si telle est la définition d’un top, alors il va nous falloir trouver un juste milieu entre top et über model (jusqu’à présent titre seulement remporté par Gisele Bündchen). Pourquoi ce désaccord et pourquoi se focaliser sur cette sémiotique en particulier? Tout simplement parce que j’ai grandi à l’époque moment des toutes premières top models, celles qui ont marqué à jamais leur profession, celles qui étaient connues de tous, quel que soit la tranche d’âge, celles qui, aujourd’hui encore, 20 ans plus tard, posent encore pour les plus grandes Maisons parce qu’elles constituent des valeurs sûres, celles qui sont sorties du lot non pas seulement pour avoir un joli minois mais car il s’agit d’entités fortes qui ont donné à leur profession ses titres de noblesse, celles qui avaient tant de pouvoir qu’elles pouvaient dicter avec quels photographes, stylistes et maquilleurs elles acceptaient ou non de travailler, celles qui dominaient les défilés, magazines, campagnes de publicité de sorte que tout le monde les connaissait.
Depuis gamin, je savais qui était Linda Evangelista, Christy Turlington, Naomi Campbell, Carla Bruni, Elle Macpherson, Cindy Crawford, Claudia Schiffer, Eva Herzigova, Helena Christensen, Stephanie Seymour … et ma mère ou mon père aussi! Et c’est là que réside le secret de l’appellation top/super model, dans cette capacité à atteindre et dominer le grand public, choses que la plupart des filles qui s’autoproclament top models aujourd’hui ne parviennent pas et ne parviendront probablement jamais à réaliser.

Aliás, o mundo da moda não consegue se livrar dessas estrelas dos anos 90s: em 2010 elas continuam a ser solicitadas para desfilar, para fazer campanhas de cosméticos, e para fazer a capa das maiores revistas, como o ilustra a Vogue Itália desse mês de julho. Na capa e em um editorial da revista, encontramos a Christy Turlington, fotografada pelo Steven Meisen que costumava trabalhar com ela, Naomi Campbell, Linda Evangelista, trio que ganhou na época o nome de Trinity. Tudo que podemos dizer é que o encanto continua: a modelo se apropria da sofisticação das roupas da Louis Vuitton, Nina Ricci e Yves Saint Laurent que ela veste no maior estilo retro 60s.
Lindo.

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D’ailleurs, le monde de la mode n’arrivent pas à se débarrasser de ces stars des années 90: en 2010, elles continuent d’être sollicitées pour les défilés, pour faire des campagnes de cosmétiques, et pour faire la couverture de grands magazines tels que Vogue dont l’édition italienne l’illustre ce mois-ci. En couverture et dans un éditorial du magazine, on retrouve Christy Turlington, photographiée par Steven Meisen qui avait l’habitude de travailler avec elle, Naomi Campbell, et Linda Evangelista, trio qui a gagné à l’époque le nom de Trinity. Tout ce qu’on peut dire, c’est que le charme continue : la top model s’accapare de la sophistication des vêtements de Louis Vuitton, Nina Ricci et Yves Saint Laurent qu’elle porte dans le plus grand style rétro années 60.
Superbe.

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Comments
2 Responses to “What’s a top model? (Christy Turlington + Vogue Italy)”
  1. Fredeefib says:

    molto intiresno, grazie

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  1. […] Vodianova é de longe a minha favorita de todas as supermodelos desde a semi-aposentadoria da Christy Turlington, e porque ela está vestida com uma armadura dourada, e que meu sonho quando era uma criança era […]



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