Bonnet de quart from Saint James and others cable knit beanies from Golden Hook & GoodEnough


Bretanha é o centro das atenções este ano, ou devo dizer que o mundo da moda está homenageando ela como deveria após o legado que ela deixou para ele. Na verdade, eu já mencionei os tricôs marinheiros e todos os seus derivados nos últimos meses, e desta vez, com a volta do tempo frio em São Paulo (entramos no inverno essa semana, não podemos esquecer) é uma outra peça bretã que nos interessa hoje.

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La Bretagne est à l’honneur cette année, ou devrais-je dire se voit rendre hommage par le monde de la mode comme il se doit après l’héritage qu’elle lui a léguer. En effet, j’ai déjà mentionné les pulls marins et tous ses dérivés ces derniers mois, et cette fois, avec le retour du temps frisquet à São Paulo (nous sommes entrés en hiver ne l’oublions pas) c’est une autre pièce bretonne qui m’intéresse aujourd’hui.

Gorros já não são apenas acessórios de inverno, e o “Bonnet de quart” da Saint James é a touca perfeita para coroar qualquer traje que você pretende endossar uma vez a Primavera de volta, ou por qualquer estilo de mid-season.

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Les bonnets ne sont plus des accessoires d’hiver seulement, et le “Bonnet de quart” de Saint James est le couvre-chef idéal pour couronner n’importe quelle tenue que vous envisagez d’endosser une fois le printemps venu ou pour quelconque tenue de mi-saison.

A pessoa que tem democratizado o uso deste gorro, todavia, não é um nativo de Saint James nem um Bretão. Em 1910 nascia quem dará à touca seu patente de nobreza, ou hype como poderíamos falar hoje em dia, se me permitem: Jacques-Yves Cousteau conhecido como JYC, ou Comandante Cousteau, ou o Paxá, e internacionalmente como o capitão do navio Calypso, era inseparável do seu gorro vermelho. Hoje acessório quase obrigatório para qualquer jovem morando em cidade grande (bastava andar pelas ruas de Paris, entre dezembro e março, para observar o grande número de pessoas em St James), está se tornando um clássico cuja cor básica azul marinho, e fácil a combinar com o resto do traje associada a uma silhueta “limpa” e clara, seduz, bem como o logotipo minimalista (apenas uma pequena etiqueta elegante na frente). Combine isso com um preço mais do que acessível e não há nenhuma razão para você passar longe dessa peça feita 100% de lã, feita na França.
Qhuit tinha homenageado o capitão através da camiseta Who’s The Boss na temporada Fall/Winter 2009, e agora é a vez da Golden Hook de dedicar um modelo na ocasião do centenário do nascimento do Cousteau. Um gorro simples, curto, disponível em quatro cores. “Os barcos, equipamentos, dinheiro, homens, eu mesmo, tudo isso é mera quinquilharia. O que importa é o trabalho feito: daqui a um século todos terão esquecido da gente, mas lembrarão ainda do que nós filmamos e dissemos” anunciava o comandante, e ele nunca teria pensado na sua touca.
Você entendeu então: se você quiser se aventurar no menos tradicional e menos conhecido e mainstream que o Saint James, você pode optar por duas marcas: Golden HookGoodenough.

A Golden Hook nasceu há dois anos em Paris. O seu fundador, Jérémy Emsellem, tricotava na época gorros para seus amigos, e enquanto visitava a sua tia-avó na sua casa geriátrica, ele teve a idéia de chamar varias avós para confeccionar seus gorros.
Golden Hook é antes de tudo avós que fazem malhas, que seja toucas ou cachecóis, com paixão e competência.
A Golden Hook propõe assim transformar um hobby em ganha pão complementar da aposentadoria, que também oferece uma vantagem relacional porque as avós podem se reunir para conversar.
Com os conhecimentos e experiência das velinhas, a marca garante aos seus clientes produtos de qualidade, simples e elegantes, já que há a possibilidade de criar itens personalizados para cumprir seus desejos.
A jovem companhia já vendeu seus gorros no mundo inteiro, de Nova York a Singapura, passando por Londres, e até mesmo São Paulo.

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La personne qui a démocratisé l’usage de ce bonnet n’est néanmoins pas un natif de Saint James ni un breton. En 1910 naissait celui qui donnera au bonnet ses lettres de noblesse, ou de hype si je puis me permettre : Jacques-Yves Cousteau connu comme JYC, le Commandant Cousteau ou encore Le Pacha, et internationalement connu comme le commandant de la Calypso, ne se séparait jamais de son capuchon rouge. Désormais passage obligé de tout jeune urbain (il suffisait de se ballader dans les rues de Paris entre décembre et mars pour noter le nombre de personnes en St James), c’est en passe de devenir un classique dont le coloris bleu marine basique et facile à combiner associé à sa silhouette propre et nette séduit, tout comme le logo minimaliste (juste une petite étiquette élégante à l’avant). Combinez tout cela avec un prix plus qu’abordable et il n’y a plus aucune raison pour que vous vous passiez à côté de cette pièce 100% laine, made in France.
Qhuit avait rendu hommage en FW’09 via le tee Who’s The Boss au commandant, et c’est au tour de Golden Hook de lui dédier un modèle pour son centenaire. Un bonnet simple, court, disponible en quatre coloris. “Les bateaux, les engins, l’argent, les hommes, moi-même, tout ça c’est de la quincaillerie. Ce qui compte, c’est l’œuvre accomplie : dans un siècle on nous aura oublié, mais on se souviendra encore de ce que nous avons filmé et dit” augurait le Commandant; mais il ne pensait pas alors à son bonnet.
Vous l’avez donc compris : si vous souhaitez vous aventurez dans le moins traditionnel et donc moins connu et mainstream que Saint James, vous pouvez opter pour deux marques : Golden Hook et GoodEnough.

Golden Hook est né il y a deux ans à Paris. Alors que son fondateur, Jérémy Emsellem, tricotait des bonnets pour son entourage, il eu l’idée en allant voir sa grande tante en maison de retraite, de travailler avec des grand-mères pour confectionner ses bonnets.
Golden Hook c’est avant tout des grand-mères qui crochètent des bonnets et qui tricotent des écharpes avec passion et savoir faire.
Golden Hook propose donc de transformer un passe temps en complément de retraite qui offre aussi un avantage relationnel puisque les mamies peuvent se rencontrer pour discuter et échanger entre elles.
Grâce à leurs savoir faire et leurs expériences la marque peut promettre à ses clients des produits de qualité, simples et trendy, car il existe la possibilité de création sur commande, les mamies étant prêtes à réaliser vos envies.
La jeune entreprise à déjà vendu ses bonnets dans le monde entier, de New York à Singapour, en passant par Londres et même Sao Paulo.

Goodenough é uma marca japonesa cujos produtos não são difíceis de encontrar, mas se é assim é por uma razão, como evidenciado por seus gorros tricotados feitos à mão oferecidos em quatro cores: vermelho, cinza, branco, preto.

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Goodenough est une marque japonaise dont les produits sont difficiles à trouver, mais si c’est le cas c’est qu’il y a une raison, comme le prouve leurs bonnets tricotés main proposés en 4 couleurs : rouge, gris, blanc, noir.

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One Response to “Bonnet de quart from Saint James and others cable knit beanies from Golden Hook & GoodEnough”
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  1. […] como o gorro “bonnet de quart”, a marca Saint James é uma referência, se não for mais uma vez A marca considerada original. Suas blusas são feitas […]



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