François Robert – Stop the Violence


Por causa de sua série de fotos, Stop the Violence, o François Robert, um fotógrafo que é bem conhecido nos Estados Unidos e na comunidade internacional, foi um dos finalistas para os “International Photographer of the Year” Award (Lucie Awards) que aconteceram em Nova York, no Alice Tully Theatre, no dia 19 de outubro de 2009.
Antigamente sedeado em Chicago, o fotógrafo François Robert, nascido em La Chaux-de-Fonds, na Suíça, é reconhecido por seus trabalhos comerciais. Todavia sua fotografia artística também é tanto quanto provocativa e abrange uma vasta gama de assuntos, desde naturezas mortas até fotografias cândidas tomadas nas viagens ou na rua. Seus dois livros mais famosos são FacesFace to Face.

//////////////////////

En raison de sa série, Stop the Violence, François Robert, un photographe qui est très connu aux États-Unis ainsi qu’au sein de la communauté internationale, a été un des finalistes pour les “International Photographer of the Year” Award (Lucie Awards) qui ont eu lieu à New York, dans le Alice Tully Theatre le 19 Octobre.
Anciennement basé à Chicago, le photographe François Robert, né à La Chaux-de-Fonds, en Suisse, est réputé pour ses travaux commerciaux. Sa photographie artistique est néanmoins tout aussi provocatrice et couvre une large gamme de sujets allant de natures mortes à des photographies candides de voyage ou prises dans la rue. Ses deux livres les plus célèbres sont Face to Face et Faces.

“Os ossos sempre me fascinaram”, diz o Robert. Seu portfólio sempre incluiu fotos de crânios de animais, encontrados no deserto. Ele até já passou cinco semanas fotografando crânios da coleção de um museu de história natural. Em 2007, a recessão já está chegando. “Eu tinha muito tempo livre. O que eu ia fazer com ele?” Ele decide que quer um esqueleto que pode desmontar. Na internet, ele encontra um fornecedor de esqueletos humanos desarticulados, e faz uma encomenda de uma caixa contendo 206 ossos distintos, cada um real, nada de gesso ou resina.
Desde então, o Robert passou centenas de horas trabalhando com os ossos, dando cuidadosamente para eles umas formas icônicas e marcantes, de quase 2 metros, e os fotografando. Ele chama as imagens resultantes Stop the violence. Cada fotografia necessitou um dia inteiro para chegar ao conjunto final. “Passei 2008 ajoelhado”, lembra Robert.

////////////////////

“Les os m’ont toujours fasciné”, dit Robert. Son portfolio a toujours inclus des images de crânes d’animaux, trouvés dans le désert. Il a déjà passé cinq semaines à photographier des crânes de la collection d’un musée d’histoire naturelle. En 2007, la récession pointe le bout de son nez. “J’avais tellement de temps libre. Qu’allais-je en faire?” Il décide alors qu’il veut un squelette qu’il pourra désassembler. Sur internet, il trouve un fournisseur de squelettes humains désarticulés, et passe commande d’une boîte contenant 206 os distincts , chacun étant véritable, et non en plâtre ou en résine.
Depuis, Robert a passé des centaines d’heures à travailler avec ces os, leur faisant soigneusement prendre des formes iconiques et frappantes, de près de 2 mètres, et les photographiant. Il appelle les images qui en résultent Stop the violence. Chaque cliché a necessité une journée complète pour la mise en place. “J’étais agenouillé tout 2008”, se souvient Robert.

Através da sua série, o François Robert mostra a iconografia das armas e da religião, as ferramentas utilizadas para a guerra e os temas comuns que dividem os inimigos. Ele usa os ossos humanos para recriar rifles, granadas, facas e tanques, bem como os principais símbolos das religiões ocidentais. As imagens são soberbas, os ossos brancos sobre fundo preto fornecem detalhes impressionantes: as costelas, mãos, escápulas e vértebras são alinhadas de modo que elas criam visuais que são, sem dúvida, familiares. A arte de François Robert é ao mesmo tempo bela e terrível, uma coleção impressionante que conta uma história e obceca você. Robert admite que antes de mais nada, é motivado pelo medo da morte. “Os ossos são algo que nós deixamos atrás de nós, uma forma de lembrança”, disse ele. “Eu tento tratar essa pessoa no chão do meu estúdio com respeito.”

//////////////////////

Au travers de sa série, François Robert affiche l’iconographie des armes et de la religion, les outils utilisés pour la guerre et les thèmes communs qui divisent les adversaires. Il utilise les ossements humains pour recréer des fusils, des grenades, des couteaux et des chars d’assaut ainsi que les symboles des principales religions occidentales. Les images sont superbes, les os blancs sur fond noir offrent des détails frappants : les côtes, les mains, les omoplates et les vertèbres sont alignées de telles sortent qu’elles créent des visuels qui sont incontestablement familiers. L’art de François Robert est à la fois beau et terrifiant, une collection frappante qui raconte une histoire et vous obsède. Robert avoue que plus que toute autre chose, il est motivé par la peur de la mort. “Les os sont quelque chose que l’on laisse derrière nous, une forme de souvenir” dit-il. “J’essaie de traiter cette personne sur le plancher de mon studio avec respect.”

Advertisements
Comments
3 Responses to “François Robert – Stop the Violence”
  1. Bruna Cabanne says:

    No minimo, interessante.

Trackbacks
Check out what others are saying...
  1. […] se lembram do François Robert e da sua série de fotografias intitulada Stop the Violence retratando agrupamento de ossos […]



Leave a Reply to Nike 6.0 gets inspired by François Robert « Café pour deux Cancel reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s

  • The author

  • The concept

  • Motto

  • Café Pour Deux

    Café pour deux, porque escrito em duas línguas, e porque rola aqui uma conversa entre amigos, sem pretensão altamente jornalística ou literária. Título em francês, porque é homenagem às minhas origens. E café porque é uma bebida que mantem acordado.
    Café pour deux, car écrit en deux langues, et car il s'agit ici d'une conversation entre amis sans prétension hautement littéraire ou journalistique. Et café car il maintient éveillé.

%d bloggers like this: